
A qualidade como diferencial para a concorrência e o sucesso.
O sucesso de qualquer organização depende diretamente da sua capacidade em mobilizar e organizar os meios e recursos necessários à realização de produtos e serviços que satisfaçam as exigências, necessidades e expectativas (requisitos) dos seus clientes.
A qualidade é universalmente definida como “a aptidão do conjunto das características inerentes a um produto ou serviço em satisfazer os requisitos de todas as partes interessadas”.
Consideram-se partes interessadas todas as entidades que de algum modo usufruem ou têm interesses nos produtos e serviços da organização: os seus clientes e usuários, claro, mas também os seus acionistas e investidores, os colaboradores, a sociedade, o meio ambiente e o próprio Estado que, através da Legislação e Regulamentação que publica, completa os requisitos dos consumidores/usuários dos produtos e serviços.
A qualidade é assim e cada vez mais, o “motor” do sucesso de qualquer organização e o grande fator de distinção e escolha de produtos e serviços.
A qualidade de uma organização, dos seus produtos e serviços é um valor inegável e fator concorrencial decisivo (a escolha de um produto ou serviço é cada vez mais baseada na respectiva qualidade). A globalização da economia relança e acentua a competição entre os diversos produtos e serviços e a sua seleção é feita com base na respectiva qualidade.
A Qualidade é assim uma imposição crescente em qualquer que seja o mercado no qual a organização se insere.
No entanto o simples enunciado da qualidade dos produtos e serviços, não é suficiente. O que se exige também é que a organização comprove dispor dos meios e recursos necessários ao desenvolvimento de produtos e serviços de Qualidade e à sua melhoria continua, por forma a acompanhar o crescente e natural aumento de exigência dos seus clientes.
A Certificação da Qualidade é o processo pelo qual uma entidade reconhecida como idônea e competente (entidade certificadora) comprova (certifica) formalmente que os Produtos, Serviços e Processos (conjunto de atividades das quais resultam os produtos e serviços) de uma determinada organização obedecem a regras ou normas específicas.
As regras ou normas que a organização tem de respeitar por forma a poder ser Certificada, são:
Normas: ISO 9000, ISO22000, ISO14000 (entre outras “ISO”) publicadas pela “International Organization for Standardization” e as únicas que têm aceitação universal.
O HACCP (Hazard Analysis and Critical Control Points) ou APPCC (Análise dos Perigos e Pontos Críticos de Controle) ou PAS (Programa de Alimentos Seguros) é um sistema de segurança alimentar concebido para prevenir a ocorrência de potenciais problemas durante operações com alimentos. Isto é conseguido através da avaliação dos perigos inerentes atribuídos ao produto ou ao processo seguida da determinação dos passos necessários para o controle dos perigos identificados.
O sistema APPCC foi inicialmente concebido pela NASA com o intuito de garantir a qualidade e higiene alimentar da alimentação embarcada nas naves do programa Apolo, tendo sido posteriormente desenvolvida e adotada pela FDA (“Food and Drugs Administration”) americana como sistema de segurança alimentar geral.
No essencial, o APPCC é um sistema de identificação e monitorização de perigos alimentares específicos, biológicos (bactérias, fungos, vírus e parasitas), químicos (toxinas bacterianas e micotoxinas) ou físicos (areias, vidro, fragmentos metálicos e das embalagens utilizadas), que podem afetar negativamente a segurança dos produtos alimentares.
A análise destes perigos tem como finalidade o estabelecimento de Pontos Críticos de Controlo (PCC’s). A identificação dos PCC’s do processo diz-nos quais os pontos que devem ser controlados de modo a assegurar a segurança dos produtos alimentares. De seguida devem ser definidos quais os parâmetros e seus limites críticos para cada um dos PCC’s identificados.
Os passos necessários para a monitorização e verificação destes parâmetros devem ser incluídos no sistema, uma vez mais, como forma de garantir que os potenciais riscos estão sobre controle.
O sistema HACCP é uma importante ferramenta na proteção alimentar. A sua utilização não se limita às grandes organizações, podendo ser implementado com sucesso em pequenas e médias empresas do ramo alimentar. Um dos segredos para o sucesso de um sistema HACCP é a formação dos colaboradores da organização. Os colaboradores devem ter conhecimento de quais são os pontos críticos de controle do seu processo e quais são os limites críticos desses mesmos PCC’s. Devem ser definidas verificações periódicas ao processo de forma a garantir que os colaboradores envolvidos mantêm o processo sobre controle.
A implementação do sistema HACCP deve ser da responsabilidade de uma equipe multidisciplinar onde se incluem profissionais que conheçam o produto nos mais diversos domínios e sejam responsáveis por algumas das etapas do processo. A empresa deve recorrer a especialistas exteriores (de fora da empresa) no âmbito da qualidade/microbiologia/nutrição quando não existam entre os seus colaboradores, ainda que a existência no interior da empresa desses técnicos, não invalida o recurso a um técnico exterior com experiência na instalação do sistema APPCC e sua integração com outros sistemas de qualidade.
O sucesso de qualquer organização depende diretamente da sua capacidade em mobilizar e organizar os meios e recursos necessários à realização de produtos e serviços que satisfaçam as exigências, necessidades e expectativas (requisitos) dos seus clientes.
A qualidade é universalmente definida como “a aptidão do conjunto das características inerentes a um produto ou serviço em satisfazer os requisitos de todas as partes interessadas”.
Consideram-se partes interessadas todas as entidades que de algum modo usufruem ou têm interesses nos produtos e serviços da organização: os seus clientes e usuários, claro, mas também os seus acionistas e investidores, os colaboradores, a sociedade, o meio ambiente e o próprio Estado que, através da Legislação e Regulamentação que publica, completa os requisitos dos consumidores/usuários dos produtos e serviços.
A qualidade é assim e cada vez mais, o “motor” do sucesso de qualquer organização e o grande fator de distinção e escolha de produtos e serviços.
A qualidade de uma organização, dos seus produtos e serviços é um valor inegável e fator concorrencial decisivo (a escolha de um produto ou serviço é cada vez mais baseada na respectiva qualidade). A globalização da economia relança e acentua a competição entre os diversos produtos e serviços e a sua seleção é feita com base na respectiva qualidade.
A Qualidade é assim uma imposição crescente em qualquer que seja o mercado no qual a organização se insere.
No entanto o simples enunciado da qualidade dos produtos e serviços, não é suficiente. O que se exige também é que a organização comprove dispor dos meios e recursos necessários ao desenvolvimento de produtos e serviços de Qualidade e à sua melhoria continua, por forma a acompanhar o crescente e natural aumento de exigência dos seus clientes.
A Certificação da Qualidade é o processo pelo qual uma entidade reconhecida como idônea e competente (entidade certificadora) comprova (certifica) formalmente que os Produtos, Serviços e Processos (conjunto de atividades das quais resultam os produtos e serviços) de uma determinada organização obedecem a regras ou normas específicas.
As regras ou normas que a organização tem de respeitar por forma a poder ser Certificada, são:
Normas: ISO 9000, ISO22000, ISO14000 (entre outras “ISO”) publicadas pela “International Organization for Standardization” e as únicas que têm aceitação universal.
O HACCP (Hazard Analysis and Critical Control Points) ou APPCC (Análise dos Perigos e Pontos Críticos de Controle) ou PAS (Programa de Alimentos Seguros) é um sistema de segurança alimentar concebido para prevenir a ocorrência de potenciais problemas durante operações com alimentos. Isto é conseguido através da avaliação dos perigos inerentes atribuídos ao produto ou ao processo seguida da determinação dos passos necessários para o controle dos perigos identificados.
O sistema APPCC foi inicialmente concebido pela NASA com o intuito de garantir a qualidade e higiene alimentar da alimentação embarcada nas naves do programa Apolo, tendo sido posteriormente desenvolvida e adotada pela FDA (“Food and Drugs Administration”) americana como sistema de segurança alimentar geral.
No essencial, o APPCC é um sistema de identificação e monitorização de perigos alimentares específicos, biológicos (bactérias, fungos, vírus e parasitas), químicos (toxinas bacterianas e micotoxinas) ou físicos (areias, vidro, fragmentos metálicos e das embalagens utilizadas), que podem afetar negativamente a segurança dos produtos alimentares.
A análise destes perigos tem como finalidade o estabelecimento de Pontos Críticos de Controlo (PCC’s). A identificação dos PCC’s do processo diz-nos quais os pontos que devem ser controlados de modo a assegurar a segurança dos produtos alimentares. De seguida devem ser definidos quais os parâmetros e seus limites críticos para cada um dos PCC’s identificados.
Os passos necessários para a monitorização e verificação destes parâmetros devem ser incluídos no sistema, uma vez mais, como forma de garantir que os potenciais riscos estão sobre controle.
O sistema HACCP é uma importante ferramenta na proteção alimentar. A sua utilização não se limita às grandes organizações, podendo ser implementado com sucesso em pequenas e médias empresas do ramo alimentar. Um dos segredos para o sucesso de um sistema HACCP é a formação dos colaboradores da organização. Os colaboradores devem ter conhecimento de quais são os pontos críticos de controle do seu processo e quais são os limites críticos desses mesmos PCC’s. Devem ser definidas verificações periódicas ao processo de forma a garantir que os colaboradores envolvidos mantêm o processo sobre controle.
A implementação do sistema HACCP deve ser da responsabilidade de uma equipe multidisciplinar onde se incluem profissionais que conheçam o produto nos mais diversos domínios e sejam responsáveis por algumas das etapas do processo. A empresa deve recorrer a especialistas exteriores (de fora da empresa) no âmbito da qualidade/microbiologia/nutrição quando não existam entre os seus colaboradores, ainda que a existência no interior da empresa desses técnicos, não invalida o recurso a um técnico exterior com experiência na instalação do sistema APPCC e sua integração com outros sistemas de qualidade.
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http://qualidadealimentos.blogspot.com
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